Custo vida

Durgeens & Dergoons [West Marches Edition]

2017.08.03 01:41 Fellguy Durgeens & Dergoons [West Marches Edition]

[link]


2020.11.26 02:15 bruna_calves Cansada!

Olá, sou nova aqui, então ainda não sei usar nada direito. Só queria jogar umas coisas pra fora, pq me sinto muito culpada falando com as pessoas ao meu redor. Estou em uma fase muito gostosa do meu relacionamento, mesmo estando insegura com relação a tudo, meu namorado é o ser mais perfeito do mundo. Minha família é o motivo do meu cansaço. Tenho tentado não me importar com as coisas que acontecem aqui, mas é muito difícil, vendo claramente como as coisas são injustas e que não é doideira minha. Voltei a me sentir muito mal e querer desistir da vida, mas eu tenho alguém do meu lado que me faz querer acordar todos os dias pra lutarmos juntos. Não vou conseguir sair de casa por um por um bom tempo, me matriculei em uma faculdade e irei arcar com os custos sozinha, não posso contar com ninguém da minha família pra me ajudar. Estou me fazendo acreditar que vou conseguir estudar muito por esses 5 anos acadêmicos, pra construir um futuro foda pra mim e pro meu futuro marido. Só queria dizer que tá muito difícil respirar ultimamente, mas ainda estou tentando.
submitted by bruna_calves to desabafos [link] [comments]


2020.11.25 16:08 Stemenier Vocês acham correto a classificação feita no Brasil sobre as classes sociais?

Vocês acham correto a classificação feita no Brasil sobre as classes sociais?

https://preview.redd.it/il4ifflqie161.png?width=600&format=png&auto=webp&s=f54e62ae2c6ef4f4fc03db227cd6b050b3d09dbf
Há muita discussão sobre a questão de classes sociais no Brasil, até para definir políticas públicas se baseando nelas. Porém, não é tanto consenso se a maneira de divisão estabelecida no Brasil é justa ou não, por isso questiono se deveria até ter uma revisão nesses critérios adotados ou considerar outras situações.
Normalmente, utilizam a questão da renda familiar e pertences acumulados de cada grupo familiar junto da sua formação. Eu mesmo acho errado analisar classe social pela ótica de "quantos banheiros a pessoa têm", "se tem uma motocicleta" e até mesmo o títulos acadêmicos. Nessa questão esquecem o estilo de vida de cada um, que a pessoa pode receber muito e não ter o hábito de consumir certos produtos.
https://preview.redd.it/3wpcyvmwie161.png?width=578&format=png&auto=webp&s=ccbb81bf4542a90aa09826ff729938109ade7b9e
https://preview.redd.it/8jr9za9vie161.png?width=577&format=png&auto=webp&s=011bd3ce3e538fd14c4b37a1b92a38cde47d2763
https://preview.redd.it/93uhlxmxie161.png?width=578&format=png&auto=webp&s=f4d50ec17b7cc9f82b413f667e78485f0ee42173
A de renda familiar é um bom norte, mas tem algumas incoerências:
  • Não leva, em conta, os custos de vida de cada região do país;
  • Colocam no mesmo barco os super milionários dos indivíduos com uma excelente condição financeira, mas que não chegam perto dos super ricos;
  • Uma pessoa pode receber "menos", mas tem uma condição de vida melhor comparado com famílias com rendas maiores. Talvez não seja justo colocá-las no patamar de classe social abaixo;
  • Por não considerar fatores externos, acabam não sendo tão efetivas.

Como seria o critério justo para dividir as classes sociais no Brasil?
submitted by Stemenier to brasil [link] [comments]


2020.11.25 09:45 NectariLuki Após a pandemia passar, vale a pena abrir uma boate ?

Clube noturno, boate, bar noturno, essas coisas que as pessoas saem para dançar e se divertir, beber e terem um bom momento. Sempre fui atraído pela ideia de "Vida noturna", mas estou me perguntando se vale a pena no rendimento abrir um, Por exemplo, Se o custo de operação de um clube noturno seria mais alto do que o rendimento que ele poderia trazer. Quais serviços eu deveria colocar ? Como eu faço o calculo do custo de operação/rendimento ? E o motivo principal da pergunta é: Vale a pena com a modernização da tecnologia abrir algo pra agregar pessoas ?
submitted by NectariLuki to investimentos [link] [comments]


2020.11.25 04:32 Stemenier Por que o sapatênis virou um calçado tão questionado nos dias atuais?

Por que o sapatênis virou um calçado tão questionado nos dias atuais?
https://preview.redd.it/jqg4yqx43b161.png?width=450&format=png&auto=webp&s=77768929f3436c33096c18ece53a00fccd2b8cdf
Por mais que tenha as suas polêmicas (eu mesmo nunca curtir), nunca se viu um "hater" tão grande em relação ao sapatênis como ocorre hoje em dia (até meme virou). Porém, é meio questionável do por que esse calçado virou tão motivo de críticas e se essa peça de roupa merece tantas críticas assim.
Nunca gostei de sapatênis e o custo benefício é longe de ser dos melhores. Porém, ainda tenho a ideia da pessoa usar aqui que lhe agrade e se o sapatênis for algo tão adorado por quem estar usando, que use. Agora, convenhamos ser um tipo de calçado complicado de encaixar em quase todo evento (até chuteira de futebol é mais tranquilo) e não é tão barato assim para justificar uma eventual compra.
Além disso, a maioria dos outros tipos de calçados (sneakers, botas, sapatos, tênis e outros) são muito mais versáteis e tem como achá-los em um bom preço. Aliado ao fator meme do sapatênis (estilo Tiago Leifert da vida), aí a pessoa meio precisa gostar muito desse tipo de calçado para continuá-lo usando (até acho legal nike shox e uso quando vou comprar algo rápido, mesmo não sendo o melhor estilo de calçados do mundo).
Sapatênis é um calçado injustiçado nos tempos atuais?
submitted by Stemenier to brasil [link] [comments]


2020.11.25 00:34 amberleaftree Custo de vida para Estudar e trabalhar em Delft, Holanda

Boa noite,
Queria uma ajuda de vcs. Pretendo estudar dois anos numa pós graduação em Delft. Meu dinheiro é curtíssimo devido ao câmbio, cerca de 4500 reais por mês. Vou com a esposa, somos jovens sem filhos. O visto permite que ela trabalhe? Acredito que não conseguirei trabalhar na Holanda, devido ao volume de estudos na universidade. É possível nos sustentar com minha renda do Brasil mais um part-time aí?
submitted by amberleaftree to foradecasa [link] [comments]


2020.11.24 23:58 brunomocsa O preço de um escravo em 1874 era mais barato que um salário mínimo

Edit 1- Só agora percebi que errei o título. Vai ficar assim pq nao dá trocar, mas oq que quis dizer é que o salário mínimo hoje é mais barato que um o valor mensal de um escravo na época.
Estava discutindo em outro post e achei interessante postar aqui para registrar.
Tem escravos mais baratos hoje em dia.
Essa tabela1 e tabela2 desse estudo mostra o preços de compra de escravos em 1874.
O jornal O Globo na época era comercializado com assinatura de 20$000 por ano.
Hoje em dia a assinatura impressa do O Globo é comercializada por R$60,00 por 6 meses e R$100,00 reais pelo restante, uma média de R$80,00 por mês. Vale lembrar que na época os jornais deveriam ser bem mais caros por se tratar de algo da elite e o esquema de produção mais antigo. Mas como há jornais impressos hoje sendo comercializados por R$50,00 por mês, então para conversão utilizei os R$80,00 ou R$960,00 por ano
20$000 / R$960,00 = 20,833 
Então pela tabela é possível verificar que escravos como pedreiro e carpinteiro eram comercializados com valor de 1:900$000
1:900$000 / 20,833 = R$91.201,46 
Segundo essa fonte a expectativa de vida dos escravos no Brasil de 1875 a 1900 era de 19 anos de idade, sendo do brasileiro não escravo 27 anos.
Ou seja, se o escravo fosse comprado aos 14 anos de idade para trabalhar até os 19 como pedreiro isso daria 5 anos de serviço ou 60 meses.
R$91.201,46 / 60 = R$1.520,02 por mês 
Enquanto isso o salário mínimo atual é R$ 1.045,00 que somando os encargos trabalhistas totalizam R$1.254,00. Mais barato que um escravo.

- Vale lembrar a quantidade de brasileiros que trabalham em zona rural ganhando menos que um salário mínimo, muitas vezes menos até que R$500,00 por mês.
- Uma observação adicional é que os preços de escravos variavam conforme a idade, em sua grande maioria eram vendidos a partir dos 15 anos de idade (pag 501), então apesar de existir divergência sobre a "vida útil" de um escravo (pag 156) faz sentido considerar 5 anos. E mesmo que a "vida útil" tenha sido de 10 anos (120 meses) bastaríamos acreditar que pela lógica do jornal ser elitizado na época um escravo custava 120K ao invés de 90K, teríamos os mesmos mil reais por mês de custo.
- É claro que não quero comparar aqui a situação de um escravo com a situação de um trabalhador de hoje em dia. Os avanços da CLT foram grandes, quantidade de horas trabalhadas é menor, as condições de trabalho buscam tentar preservar a saúde do trabalhador e é ele que recebe o dinheiro. Meu ponto é que é assustador nessa relação principalmente para a quantidade imensa de trabalhadores brasileiros que vivem com uma renda menor que um salário mínimo, sendo que este custo para quem emprega é equivalente a de um escravo antigamente.

TL:DR = Um escravo custava cerca de R$1.520,02 por mês ou até mais, enquanto que o salário mínimo é R$1.045,00 por mês.
submitted by brunomocsa to brasil [link] [comments]


2020.11.24 22:28 romaia Holding familiar vale a pena?

Boa tarde pessoal. Estamos planejando na minha família a divisão dos bens dos meus avós ainda com eles em vida, e li alguma vez sobre a possibilidade de fazer uso de uma holding familiar.
Tenho a sensação que pode ser uma boa estratégia para tentar evitar o atrito entre os familiares, mas gostaria de ouvir se alguém já passou por isso, estudou mais a fundo o assunto e tem alguma opinião ou consideração que eu deva ter em mente.
Em particular, tenho dúvidas sobre quais são os custos para iniciar e manter a holding.
Entre o patrimônio, além de alguns terrenos, existem duas empresas, uma quase falindo (que só não foi encerrada ainda pelo custo de fazê-lo), e outra que serve apenas como subsistência de um dos familiares. As duas operam em imóveis próprios da família também (que podem ter um valor considerável - mas desconhecido ainda)
submitted by romaia to investimentos [link] [comments]


2020.11.23 17:19 MenininhoAli QUERIA SENTIR O APOIO DIÁRIO POR SER ESTUDANTE

Sou de uma família classe média baixa, me aventuro no mundo dos estudos, minha mãe sempre falava que era a melhor opção e que eu deveria seguila (estudos), porém hoje eu sinto que ela meio que está achando chato isso tudo. Termino o ensino médio próximo ano, ela tinha perguntado e tal... aí ela fala "ainda", quando falo de faculdade ela bota aquela expresão de "para que isso, custo, devia trabalhar".. Mano, tenho 18 anos, próximo anos completo 19. Onde estudo são 4 anos.. O jeito dela ver eu falando dos estudos desanima demais, ela não reclama nem demostra muito, mas é bem visível. Além de toda ansiedade ainda tenho que viver com isso, tem momentos que dá uma vontade mesmo de sumir sabe.. largar tudo "ok, adversidades da vida, vocês me venceram, podem me levar, sou um perdedor" Estou esperando algumas propostas serem aprovadas, se conseguir vou pegar o dinheiro e guardar todo sem ninguém saber...
submitted by MenininhoAli to desabafos [link] [comments]


2020.11.23 10:59 PortugalNewsBot Pandemia faz aumentar custo de vida em Lisboa

Pandemia faz aumentar custo de vida em Lisboa submitted by PortugalNewsBot to portugalnews [link] [comments]


2020.11.23 10:55 MestreP Pandemia faz aumentar custo de vida em Lisboa

Pandemia faz aumentar custo de vida em Lisboa submitted by MestreP to portugal [link] [comments]


2020.11.23 00:04 cobrinha_ANCAP VOCÊ É RICO E NEM SABE. A grande riqueza que seus avos tiveram e a esquerda esta roubando de você e seu filho, não é a riqueza material(essa eles também roubaram),mas nada como afastarem os jovens de milenios de rica cultura para joga-los contra os proprios pais e as proprias tradições ancestrais...

VOCÊ É RICO E NEM SABE. A grande riqueza que seus avos tiveram e a esquerda esta roubando de você e seu filho, não é a riqueza material(essa eles também roubaram),mas nada como afastarem os jovens de milenios de rica cultura para joga-los contra os proprios pais e as proprias tradições ancestrais...
https://preview.redd.it/4wx7vwt8hv061.jpg?width=900&format=pjpg&auto=webp&s=7dc95e96d04cb3ad4f9f9f7a8abe4a53e2b0ccf2
...para defender marxismo cultural que matou 100 milhões, para defender posmodernismo dizendo que tudo até hoje estava errado, jogue fora as tradições que são resultado de milenios de esperiencias praticas daquilo que os seres humanos são capazes de fazer de melhor, botar tudo no lixo e seguir teorias nunca aplicadas, alias, ja aplicadas, porque foi tentado reescrever a historia, nazista e comunistas fizeram isso e pra fazer isso eles precisaram matar milhões e milhões de pessoas, porque tinha aqueles que representavam as velhas tradições, a ameaça do passado maligno que eles pra construir um mundo melhor tinham que enterrar.


Esses jovens que cultuam o marxismo e o posmodernismo, a grande maioria não conhece a historia de seus ancestrais, as vezes nem os pais sabem, isso foi minado, qualquer pessoa mais velha no interior vai falar das virtudes, dos valores, da capacidade de sacrificios e disciplina que faziam parte de suas tradições mesmo que fossem conservadoras em excesso, hoje esses jovens rebeldes quando pensam em sua propria identidade é na relação vazia e ruim que eles tem com os pais que muitas vezes também já foram vitimas do ensino e midia de entretenimento marxista, jovens que acham que a professora é quem sabe a verdadeira historia das familias deles, dos ancestrais, das culturas.


É impressionante quando um jovem que foi doutrinado, como eu, acorda, eu literalmente me senti saindo da matrix, a esquerda recorta pequenos pontos que ela quer da historia, tudo aquilo que sirva pra dizer que existe uma luta de classes e que essa luta é o que realmente guiou a historia e que é o importa, todos os tipos de socialistas, dos stalinistas aos anarco-comunistas, todos, acreditam nessa palhaçada de luta de classes, como eu acreditei, é claro que existe uma tendencia de ricos e pobres se oporem na historia, mas ao mesmo tempo tempo existem muitas outras lutas na historias, o padrão sempre foi tanto ricos e pobres de uma mesma tribo, cidade-estado, reino, cultura, lutarem juntos contra ricos e pobres de outras, normalmente os ricos iam a cavalo, as elites iam para o campo de batalha, foi só quando o desenvolvimento de armaduras capazes de resistir melhor a flechas e avanço das tecnicas militares que houve a reforma hoplita no ocidente e então a guerra foi se tornando decidida pela infantaria, por homens cada vez menos poderosos e isso é o que fez monarquias serem substituidas por oligarquias, republicas e democracias na grecia, então os ricos não eram simplismente os covardes que mandavam escravos lutarem, a maior parte da historia foi o poder sendo decidido em lutas de nobre contra nobre, nobre matando nobre.


Pro homem livre comum, não houve conquista maior do que poder ir para guerra, agora ele era muito mais importante, a sobrevivencia e soberania dos nobres da cidade dele dependiam da assa de homens que ele homem livre comum fazia parte, com as gerações os sobreviventes foram acumulando riqueza atraves de terras ganhas nas conquistas militares e outros espolios, então os ricos comandavam a parada, mas os ricos sempre comandaram a parada e antes o homem comum era quase um escravo, descartavel, não fazia falta se morresse.


Os ricos poderiam ter dito não a reforma hoplita, com certeza houve pelo mundo muitos ricos temendo os homens comuns unidos em grandes exercitos que eram mais poderosos que a cavalaria de sua propria nobresa, mas teve ricos que disseram "foda-se", vamos instruir esses plebeus na arte da guerra, vamos dividir os espolios com eles e ja era, depois a gente ve eles vão virar uma ameaça muito grande pra nós, vamos vencer hoje os nossos inimigos, nos aliando com nossos plebeus, ou seja, ao longo da historia sempre tiveram os ricos descolados que toparam que a plebe melhorasse de vida, se instruisse mais e se tornasse uma ameaça maior aos proprios ricos, mas esses ricos toparam isso justamente porque não eram só de baixo ganhando, eram todos eles ganhando, era o aumento da eficiencia, fazer mais com menos custo, ou seja, enriquecendo toda a sociedade, até os escravos passaram a viver melhor.


Então até o papinho da luta de classes, só existe porque entre os poderosos tem sempre caras que estão dispostos a perder parte do poder, permitir o surgimento de intermediarios, ricos menores, porque a descentralização enriquece todo mundo, isso é o capitalismo, permitir e até enconrajar que as pessoas se especializem, não só aqueles com titulo de nobreza, mas quem permitiu isso foi a propria nobreza, eles eram plebe, viraram nobres e eles mesmos viraram burgueses e abriram as portas para servos se transformarem em todo tipo de comerciantes, então que luta de classes é essa?


Os ricos abrem as portas, sempre foi assim na historia, pode ser que a maioria deles tenham sabotado essas aberturas mas o fato historico é que de tempos em tempos os ricos sempre permitiram que todos vivessem melhor e claro isso gera descentralziação de poder, alguns descendentes de alguns ricos acabam empobrecendo e alguns descendentes do pobres acabam ascendentem nessas aberturas, então os ricos que topam se arriscar e instruir mais gente em novas tecnologias e areas complexas, esses ricos eles vencem na historia e vencem cada vez mais rapido, então a vida dos não ricos nunca foi tão cheia de oportunidades em termos de poder se instruir e participar de revoluções tecnologicas, antes eram a cada seculo agora são a cada 10 anos...


Mas os esquerdistas continuam falando em luta de classes, em dizer que o patrão é o inimigo do empregado, em querer taxas o burgues, poder ter certeza que a desigualdade entre os paises com historico de respeitarem mais os ricos e os que não respeitam como america latina, essa desigualdade vai aumentar muito, porque varios ricos vão gozar da facilidade de investir onde quiserem, não faz sentido deixar seu dinheiro onde tem mais riscos de esquerdistas chegarem no poder, ou dominarem o congresso e usarem de todo tipo de medidas populistas.


Luta de classes é uma ideia fascinante para jovens revoltados com os pais, vão virar intelectuais mediocres, ou pessoas sem instrução que caem nessa historia muito conveniente de juntar sua confição economica inferior com a inveja, o nome certo seria "classes dominantes cada vez menos centralizando o poder e cada vez mais incluindo as outras", e todo esse processo não teve um dedo da esquerda, porque a riqueza que a esquerda gosta de distribuir e fazer populismo, é gerada por pessoas que investiram sendo ricas ou correndo o risco de ficarem ricas, os meritos são dos capitalistas, sem eles a esquerda só teria miseria para distribuir como no fim da união sovietica.


Mas eu estou muito contente nesses ultimos anos, desde que bolsonaro ganhou eu comecei a ouvir conversas antes inimaginaveis, funcionarios conversando com patrões dizendo que se sentiam até mal de ja ter pensando que patrão é um explorador, mas que com a grande contestação da esquerda refletiram e viram que seus patrões eram seres humanos, pessoas que estavam correndo riscos tocando aqueles negocios, que estavam fazendo um grande bem a sociedade, eu vi essas conversas, varias vezes, me parece que houve uma especie de confissão, arrependimento, as pessoas começaram a dizer que sentiam vergonha da ingratidão esquerdista com os empresarios.


Então o jovem revoltado com todo mundo que pensa que os ricos são culpados porque a familia dele é cheia de problema, deveria primeiro querer estudar varias linhas da historia antes de sair aceitando as ideias convenientes da "luta de classes", porque acima de tudo é "tudo mentira" e é "para ladrões roubarem" ao invés de produzirem alguma coisa.


Você é fruto de um emaranhado de relações humanas de pessoas dispostas em permitir, ao longo da historia, o progresso e o avanço de todos, e as tradições de seus ancestrais tem muita riqueza, formas de viver que realmente se provaram com o tempo viaveis e eficientes, você aceitar ideias falsaficadoras da historia como a luta de classes, você esta corrompendo a historia e rica cultura da humanide e de seus proprios ancestrais, pior, você esta cegando a si mesmo, sera usado pelos populistas que são os psicopatas da historia humana sempre gerando miseria e autoritarismo com palavras bonitas de ajudas as vitimas, os coitadinhos, se você não questionar os marxistas e posmodernistas, eles roubam sua identidade, por mais que você não conheça sua propria historia, pense que conhece seus ancestrais e eram uns idiotas, mesmo um comunista dos anos 60 era completamente outro tipo de homem, nem esses servem mais pra o nivel de destruição da cultura, rica cultura milenar da humanidade, agora é dizer que estavam todos erradas, que exintem centenas de generos, que a linguem foi sempre uma linguagem de opressão porque não usavam pronomes neutros, ou seja, seus ancestrais eram uns barbaros e agora especialistas humanistas vão reparar toda a monstruosidade que foi a historia humana.


O dever de cada ser humano honesto é impedir o marxismo e o posmodernismo de fazer essa lavagem cerebral, pelo menos nos seus filhos enquanto crianças, porque a grande riqueza que eles ja roubaram em grande parte do ocidente, é a riqueza da cultura humana, das tradições milenares que se expressam até nossos antepassados, a quebra do contato com quem via significado profundo na vida é uma grande causa de jovens com todo tipo de problemas psicologicos no ocidente hoje, jovens esquerdistas, e eu fui um deles, combatem a cura e lutam para aumentar as doenças das quais eles sofrem, qualquer um que guie sua vida baseada numa luta de identidades de poderosos contra vitimas, vai mais cedo ou mais tarde se transformando num infeliz falsificador da historia humana, um rancoroso daqueles que vão subir, porque ele mesmo é um destruidor, se pelo menos fosse um destruidor, um critico daquilo que é podridão como a propria esquerda, ai o individuo poderia expressar sua raiva mas pelo menos ter a chance de ver o tesouro que a humanidade deixou para ele, desde tempos imemoriais até os ultimos milenios de historia escrita, tradições provadas pelo tempo eque tem muito mais a nos ajudar do que os fracassos do homem novo do seculo 20 que terminou em genocidios.


VOCÊ É RICO E NEM SABE.
submitted by cobrinha_ANCAP to brasilivre [link] [comments]


2020.11.22 23:09 ssantorini ELI5 sobre capitalismo para esquerdistas

Tive uma discussão há dois com um usuário que repetia um mantra marxista ultrapassado do século XIX, achei que seria útil criar uma thread separada só sobre isso.
Todo o dinheiro que o capitalista tem, ele o tem por expropriação do trabalhador.
Falso.
Todo o dinheiro limpo que qualquer pessoa (exceto funcionários públicos) tem é derivado do seu próprio trabalho, do trabalho de seus pais ou de especulação na compra e venda de bens.
(Existem também as doações e as apostas, mas são insignificantes no todo).
Se cada brasileiro lhe der 10 centavos, você ganha 20 milhões de reais. Se você compra 1 quilo de açúcar por 1 real, gasta 20 centavos no transporte e vende por 1,50, você lucra 30 centavos por cada quilo. Se vender 2 toneladas, você lucra 600 reais.
O que você chama de "capitalista" é uma ampla gama de pessoas (comerciantes, industriais, fazendeiros, prestadores de serviços) cuja vida é comprar no mercado mais barato e vender no mercado mais caro, embolsando a diferença. Isso vale tanto para o Manuel da padaria da esquina quanto para o Jeff Bezos.
O comerciante compra o produto pronto e revende por um preço maior (descontando os custos de transporte, armazenamento, manutenção e salário dos vendedores, se houver). O industrial compra insumos, energia, máquinas, emprega pessoas e vende o produto acabado por um valor unitário que supera o que ele gastou com insumos, energia, depreciação das máquinas, custo das máquinas, pagamento de franquias, royalties, impostos e o salário dos trabalhadores. O princípio é o mesmo.
Alguns capitalistas são pequenos e só vendem para a vizinhança. Seu lucro é pouco. Outros crescem e conseguem vender para milhões de consumidores, no país inteiro ou no mundo. Cada um desses consumidores lhe paga uma pequena margem de lucro acima do custo de produção que ele teve, e ainda compram com sorriso de orelha a orelha. Como ele vende para dezenas de milhões, seu lucro será gigante (embora cada consumidor pague relativamente pouco acima do custo).
Então, não se trata de "expropriação", mas de investimento (ou especulação, se você estiver de mal humor). Eu não chamo de especulação porque existe um risco considerável em arriscar seu dinheiro na produção de bens cuja venda pode não se concretizar e você tomar prejuízo.
Todo capitalista começa pobre, ou herda de quem começou pobre. Quem começa pobre investe o dinheiro poupado do próprio trabalho, ou pega emprestado. Não se trata de dinheiro "expropriado" de ninguém.
Acabei de lhe dar uma lição básica de economia e mundo real. Não precisa agradecer.
submitted by ssantorini to brasilivre [link] [comments]


2020.11.22 17:25 drfritz2 E se os seguranças terceirizados que assassinaram João Alberto não tivessem sido demitidos? Mensagem aos proletários

https://noticias.uol.com.bultimas-noticias/agencia-estado/2020/11/21/empresa-demite-por-justa-causa-envolvidos-na-morte-de-joao-alberto-no-carrefour.htm
O ideário burguês, diz que a responsabilidade pelo crime é exclusiva dos indivíduos diretamente envolvidos. A empresa é uma vítima desses criminosos. Logo, a demissão por justa causa é justa e correta.
Observamos proletário matando proletário e sendo demitido por isso. Os próprios proletários consideram a demissão correta e iriam se revoltar caso não ocorresse. Pensar que os assassinos poderiam continuar recebendo salário, independente do desdobramento jurídico, seria algo impensável.
Parte da justiça foi feita. O proletário é ameaçado com a perda de emprego, caso prejudique a empresa de alguma forma. Isso independe de treinamento ou condições de trabalho. No caso em questão, se existe furto ou meliantes que incomodam, os seguranças terceirizados deverão "resolver" esse problema a qualquer custo. Mas não poderão nem deixar de resolver, nem resolver de forma que prejudique a empresa. Se ele torturar um meliante, mas se isso não vier à tona, ok. (desde que resolva o problema dos furtos e confusões). Mas se o caso vier a tona, será ele o responsável por isso. Um proletário é demitido por muito menos do que isso. Então realmente é impensável imaginar que algum proletário pudesse matar e continuar empregado.
O assunto não termina na esfera trabalhista. Vai para a análise da justiça estatal. Essa justiça deveria analisar todo o contexto, de forma a também considerar como responsável, a empresa. Os proletários assassinos, certamente serão condenados. Mas a empresa poderá ser poupada. Pode se aplicar uma multa ou compensação financeira, de valor irrisório. E esse pagamento pode ser protelado até a última da última instância.
Qual o valor da vida e do trabalho de um proletário?
A título de comparação, a empresa em questão, foi condenada a pagar 1 milhão pela morte de um cachorro, praticada por um funcionário que obviamente também foi demitido. Todavia não se tem notícia de que a empresa de fato pagou essa multa.
Cruel não é?
Agora não se esqueça de que se o assassinato fosse cometido por um agente do estado, ele não seria demitido. Pois nesse caso, pode dizer que faltou treinamento, que faltou condição de trabalho e que um agente estatal não pode ser demitido, nem deixar de receber salário, mesmo preso, pois isso é "injusto", já que ele usufrui de privilégios não compartilhados com o proletariado.
O proletário pode ser morto por todos. Pelos próprios proletários, por agentes do estado e pela burguesia. Mas o assassino só será demitido e condenado se ele for proletário. Se ele for agente estatal ele não será demitido e nem sempre será condenado. Se ele for burguês, ele não terá seus bens confiscados e nem sempre será condenado.
submitted by drfritz2 to BrasildoB [link] [comments]


2020.11.21 19:42 TheAshba Decisões que me fizeram ser "Vitorioso aos 21 anos"

Vou contar um pouco sobre a minha vida, hoje eu estou meio sensível e quero desabafar...
Minha família sempre foi humilde e simples (Mãe, padrasto e irmão), nunca faltou comida em casa, tive privilégios como vídeo game e computador graças a pensão que meu Pai mandava. Morei a minha vida toda em um bairro simples e humilde da zona sul de SP, vivíamos bem com 3 salários mínimos e casa própria.
Quando eu estava no 2º ano de ensino médio me vi perdidamente apaixonado por uma garota chamada "S", éramos da mesma classe fazia 2 anos e eu a amava do fundo da alma, todo dia nós nos víamos na escola e conversávamos, ela sabia que eu amava ela porque eu já tinha contado, mas ela dizia não ter esse sentimento reciproco, ela gostava de min como um irmão (na época os meus amigos nomeavam de friendzone), eu aguentei por um tempo mas chegou um dia que não deu, explodi e coloquei tudo que sentia para fora e desabei em minhas lagrimas, ela disse não pela ultima vez. Foi ai que eu decidi que ia mudar tudo na minha vida e esquece-la!
A primeira coisa que eu fiz foi mudar de escola na metade do 2º ano, fui para uma escola melhor e bem classificada no ranking de escolas publicas da zona sul de São Paulo. Dentro da sala de aula eu sempre fui o cara que tirava 5, 6 e 7 nas provas e avaliações, e isso me mantinha aprovado na escola antiga, porem na escola nova a média era 7, tive que me adaptar e foi bem difícil, passei a estudar de verdade e conseguir passar para o 3º ano.
No final do 2º ano eu percebi que já tinha superado meu amor não correspondido, mas ainda lembrava dela com frequência, até a encontrei no ônibus algumas vezes, meu coração pulava dentro do peito quando isso acontecia.
O 3º ano foi o melhor de todos, amigos legais, garotas bonitas, passeios de classe, idas ao Ibirapuera depois da aula, tudo perfeito a não ser meu problema com minha identidade visual.. Fui muito inseguro com minha aparência e sempre me achei feio, não tinha coragem de chegar nas garotas e só flertava quando alguma garota dava em cima, fracassado né.
Mas foi no final do 3º ano que minha vida ia começar a mudar, um amigo me disse que já ia começar a procurar emprego caso não entra-se na faculdade por vestibular, e eu fui fazer a mesma coisa porque a situação em casa estava ficando difícil, meu padrasto estava desempregado e minha mãe fazendo festa de criança, não estava fácil sustentar eu e meu irmão. Nesse procura por emprego no vagas.com , encontrei um curso de administração grátis dado pelo Instituto ProA e foi ai que tudo começou!
Inicio de 2017 iniciei esse curso de administração "Preparatório para o mercado de trabalho", a melhor experiência da minha vida, 4 anos de conteúdo em 6 meses de curso, eu e meus colegas de curso estávamos em êxtase, o curso não era fácil e era muito criterioso, mas eu consegui passar e no final ainda consegui uma indicação para o mercado de trabalho. UMA VAGA DE APRENDIZ EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EM UM BANCO MULTINACIONAL SUIÇO, parece até piada o garota humilde da quebrada conseguir isso aos 18 anos, nesse banco eu já ganhava salario de mil reais, vale refeição e transporte, convênio e os caralho.
Paralelo ao emprego de jovem aprendiz eu estava estudando para fazer o ENEM, estudava 2 horas por dia durante a semana já que trabalhava apenas 6 horas, fiz outros cursos grátis também no Instituto IOS e fazia INGLES pagando com meu salario. Fiz a prova do ENEM no final de 2017 e consegui uma bolsa de 100% para cursar Redes de Computadores na UNINOVE, o primeiro da família a entrar em uma faculdade, minha mãe chorou tanto...
Na metade de 2018 meu contrato de estagio acabou e eu não conseguir efetivação por falta de vaga, minha mãe foi embora com meu padrasto e irmão para o interior de São Paulo e me deixaram cuidando da casa, queriam criar o pequeno em uma cidade calma e com ar limpo. Um amigo de precisava de um lugar para morar, porque a mãe e o padrasto também estavam indo embora só que para o Japão kk, chamei ele para morar comigo e dividir os custos da vida. Graças a ele ter vindo morar comigo eu conheci uma garota que acabou virando minha namorada, ficamos juntos por 2 anos, terminamos faz 21 dias, estou bem sem ela e quero que ela seja feliz.
No começo de 2019 consegui um estagio em TI, fiquei lá por 8 meses e sai porque consegui um outro estagio que pagava bem mais e eu iria aprender em dobro também, assim 2019 se resumiu a trabalhar e estudar.
E por fim, agora no final de 2020 vou concluir meu curso da faculdade e meu estagio ao mesmo tempo, vou ser efetivado ganhando quase 4 mil reais com todo tipo de beneficio possível aos 21 anos, sem nada para me preocupar a não ser trabalhar e cuidar da minha vida.
Me considero um cara sortudo que por algum motivo o destino sorriu pra min e me deu tanta experiência, conhecimentos, amigos e oportunidades. Só que não sei porque eu, só sei que vou aproveitar tudo isso e continuar sendo humilde e ajudando as pessoas da forma que me ajudaram!
Uma mudança radical na sua vida pode fazer as coisas melhorarem, não hesite, eu tive medo e é normal ter medo, você só não pode hesitar porque isso vai limitar as oportunidades que podem aparecer pra você, então da a cara pro mundo, mude, passe vergonha, trabalhe bastante e não se acomode..
Obrigado por tirar seu tempo para ler minha história 😊
submitted by TheAshba to desabafos [link] [comments]


2020.11.20 21:03 AdsonLeo [Encontro Miojo] Um Sorriso Confiante (3º Level, D&D 5e)

Cá está no encontro de hoje. Espero que inspire e renda boas ideias. Lembrando que tudo está também no blog!
No encontro de hoje daremos mais vida à um acampamento na beira da estrada. Entre as compras e busca por aventuras existe uma oportunidade divertida de fazer a aventura vir até o grupo. Assim é possível transformar um dia monótono com interações curiosas que chamem a atenção do grupo.
Além disso, tomei a liberdade de modificar drasticamente um item mágico para compor um personagem. Apesar de não desenvolvido por motivos de portabilidade, este pode ser peça central em um one shot ou outras aventuras em que decida utilizá-lo.
Assim como os personagens dos jogadores, NPCs também têm acesso a tais itens e estes passam a fazer parte de suas habilidades e compor sua própria personalidade. Os utilize como peças de storytelling, como todo outro elemento dos seus jogos.
O encontro é balanceado para um grupo de 4 personagens de level 3, porém em diferentes níveis de dificuldade. A versão mais simples é um encontro trivial, a mais complicada é de alto desafio e potencialmente mortal.

Localidade

Um acampamento de mercenários ao longo de qualquer estrada. Talvez o grupo esteja aqui durante as viagens, ou para concluir missão anterior. Quem sabe um conhecido trabalha para estes mercenários.

Resumo

Os aventureiros pararam junto a um acampamento dos mercenário Fugitivos da Desonra para descansar. Os anfitriões são amigáveis, a maior parte do grupo sendo de não combatentes. Apesar de nada parecer errado incialmente o grupo nota um estranho velho conjurando magias de encantamento e, pouco a pouco, formando para si um grupo paralelo de amizades magicamente angariadas.
É possível descobrir que este velho é o antigo capitão. Recentemente, após um contrato, ele pôs as mãos em uma dentadura mágica que o permite enfeitiçar a pessoas a se tornarem amigas e também fazerem o que ele pede. Seu plano é converter para seu lado os antigos comandados e depor o atual chefe.

O Acampamento

Durante suas viagens os aventureiros se encontram entre as barracas e carroças de um grupo de mercenários chamado Fugitivos da Desonra. Muitas dessas barracas servem para dormir mas também funcionam como lojas, ferrarias e instalações diversas improvisadas. O movimento é grande - uma dezena de guerreiros do grupo, os civis que os acompanham e alguns outros visitantes, como os próprios personagens.
Conversando com os integrantes do bando é possível descobrir que, há poucas semanas, o antigo líder foi substituído. Ele já estava velho, caduco e banguela, e um mais jovem e forte entrou no lugar. "Ah, pelo menos banguela não está mais. Ele conseguiu uma bela duma dentadura na última missão. Os dentes parecem de marfim!" comenta, talvez, um lojista local.
Não demora muito para os próprios aventureiros terem um vislumbre dos belos dentes citados. O velho líder - um bandit captain (Monster Manual, 344) - está sentado num barril, do seu lado um dos guerreiros do grupo - um bandit (MM, 343) - claramente entediado e chateado com a conversa.
Personagens que decidirem observar e tentar ouvir o papo presenciam algo inesperado.

Um Belo Sorriso

📷Durante a conversa o velho, orgulhoso de seus novos dentes, sorri e conjura charm person ao gastar uma carga da dentadura que equivale a um Staff of Charming. É possível aferir a natureza mágica do item através de detect magic ou efeito similar. Par ativar algum efeito do item é necessário dar um grande e aberto sorriso, exibindo os dentes brilhantes dela.
A dentadura possui, antes dessa magia ser conjurada, 6 das 10 cargas. As 4 faltantes já foram utilizadas pelo velho para convocar ao seu lado 4 dos 8 bandits do grupo. Este, caso a magia seja conjurada sem interrupções, será o 5º.
Após conseguir o item mágico e descobrir suas propriedades, o velho planejou tomar para si de volta o controle do grupo. Seu plano de mestre é, com a ajuda da dentadura, converter todos os 8 guerreiros do grupo em seus amigos e, com a ajuda deles, destituir o atual líder.
Durante esta fase o grupo pode interrompê-lo a qualquer momento. Assim que um é enfeitiçado o velho pede para ele encontrá-lo quando o sol se por de frente a barraca principal. Logo ele anda sozinho, conversando sempre com apenas mais um em lugares diferentes do acampamento. Considere que a cada 5 minutos o velho interage com mais um bandit e o converte para seu lado com magia.

Língua Afiada como Lâmina

Se for abordado o velho tenta se esquivar de qualquer interrogatório e nega acusações. Ele é rabugento e tem pressa, tentando se livrar do grupo o mais rápido possível e, então, se esgueirar entre as barracas. Se for alvo de violência ele grita por socorro e todos os bandits que estão convertidos a seu lado aparecem para ajudar.
Se a batalha acontecer antes da execução final do plano, o líder atual - também um bandit captain - aparece, junto de todos os bandits não enfeitiçados. Ele é uma pessoa bruta e de poucas palavras. Faz perguntas diretas e quer saber o motivo da confusão. Qualquer um que pareça suspeito ele manda prender com algemas e amarras em uma das carroças.
O velho tenta se fazer de inocente e apresenta álibis, descrevendo onde ele estava e o que estava fazendo. Os personagens podem apresentar contra-provas e, para isso, pedir a ajuda dos donos dos estabelecimentos que o velho diz ter passado ou daqueles onde ele estava conversando e enfeitiçando os guerreiros. Estes civis não entendem de magia mas um ou outro pode ter visto o velho fazer algo estranho. Mostrar que a dentadura é mágica ou que alguns dos bandits estão sob efeitos mágicos também são fortes provas.
Se for convencido da culpa do velho, o líder o manda prender. O velho não pode resistir se tiver pouca gente do seu lado. Caso 6 ou mais tenham sido convertidos para o seu lado ele grita neste momento e uma luta se inicia. O líder e qualquer bandit restante lutam contra ele, os personagem ajudando ou não.
O velho, vencendo a luta, exige a rendição dos personagens e luta contra eles se necessário. O que ele não sabe é que os primeiros bandits que vieram para o seu lado logo estarão fora dos efeitos do encantamento. Pouco a pouco, em intervalos de 5 minutos, os guerreiros voltam a si e ficam hostis contra o velho ao perceberem que foram enfeitiçados. Estes bandits tentam salvar o líder, caso esteja vivo, e qualquer personagem que tenha ajudado na luta contra o velho.
Durante qualquer conflito os civis tentam se esconder e se proteger, os mais curioso espiando entre barris e janelas de carruagens.

Um Plano de Mestre

Caso consiga converter todos os 8 bandits presentes o velho inicia a fase final de seu plano.
De frente a barraca do líder ele exige que este saia e renda o posto. Confuso, o líder tenta conversar com os bandits e despachar o velho, mas logo percebe que não rende frutos a tentativa. Os guerreiros ainda gostam dele mas o velho é mais carismático e um amigo melhor. Se ainda possuir cargas na dentadura o velho conjura command no líder e o faz ajoelhar. Mandando dois dos bandits segurarem o líder, o velho começa a humilhar o jovem comandante e se proclamar o manda-chuva novamente.
Se for interrompido durante algum destes momentos o velho se enfurece e ordena que os guerreiros ataquem e prendam os forasteiros. Ele mesmo também participa da algazarra. Se for capaz, o jovem líder ajuda os personagens, junto com qualquer bandit que não esteja sob influência do velho.
O que o velho não sabe é que o feitiço dura apenas 1 hora. Os bandits se verão livres do encantamento, um a cada 5 minutos. Se enrolado por tempo o suficiente o velho pode nem perceber isso acontecer e logo se ver cercado de inimigos. Porém, se ele notar que o efeito não é tão duradouro quanto imaginado, ele ordena os restantes sob seu encanto para começarem a batalha, e uma confusão se inicia. Durante a luta ele, desesperado, tenta escapar pela rota mais fácil e, se possível, roubar quanto tesouro for possível.

Concluindo a Missão

Se os personagens ajudarem a desmascarar o velho e lidarem com a situação sem maiores perdas ou confusão, o líder não vê porque não recompensá-los. 250 moedas de ouro são dadas ao grupo e a amizade valiosa dos Fugitivos da Desonra. O velho, se vivo, é preso e exibido como sinal da mais pura desonra para todos que participam da caravana.
Se mais da metade dos 8 bandits do grupo estiverem mortos ele não oferece recompensa alguma, afirmando que o dinheiro será necessário para repor sua mão de obra.
A dentadura mágica pertence aos cofres dos mercenários. Nenhuma conversa ou método convencional convence o líder a ceder o item mágico - meios mágicos ou dinheiro o suficiente podem ajudar. Se tentarem enfeitiçar o líder, qualquer bandit ou civil - commoner (MM, 345) - que presenciar se enfurece e tenta, agarrando ou de outras formas, impedir os personagens.
O grupo pode tentar roubar a dentadura. Haja como achar necessário dependendo dos planos bolados. Lembre-se de utilizar a passive perception dos bandits que fazem rondas constantes na barraca principal e a do próprio líder - bandit captain.

O Que Vem Depois?

  1. O velho escapou! Quais vinganças ele prepara para os aventureiros enxeridos? Pelo que passa o grupo tentando encontrá-lo a pedido do líder dos Fugitivos da Desonra?
  2. O líder dos mercenário quer encontrar a todo custo os aventureiros traidores que roubaram seu valioso item mágico!
  3. Aquele que deu a dentadura para o velho tinha planos maiores e mais sombrios que agora foram arruinados por malditos aventureiros...
  4. Os Fugitivos da Desonra trabalham para todo tipo de gente. Com certeza eles possuem informações valiosas sobre aquele lugar ou aquela pessoa que interessa a um dos personagens.
Gostou da aventura? Tem alguma crítica, elogio ou sugestão? Deixe um comentário! Se tiver usado alguma ideia apresentada no texto comente aí como foi, adorarei ler como tudo se deu na sua mesa. Até a próxima.
submitted by AdsonLeo to rpg_brasil [link] [comments]


2020.11.20 16:25 Pricapela [VAGA] #SP Analista de Projetos e Implantação

Atribuições: - Realizar, remotamente ou não, atividades de desenvolvimento, implantação e testes das soluções de média/alta complexidade existentes no portfólio da Wittel, respeitando as linhas de base de custo, prazo, escopo e qualidade do projeto; - Responsável pela execução de atividades de implantação de projetos atendendo a qualidade esperada pelo cliente, visando garantir a realização da margem planejada do projeto; - Atuar na resolução de incidentes técnicos, de forma presencial ou remota, a fim de obter qualidade no atendimento e atingir as metas estabelecidas.

Requisitos

- Graduação completa em Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Eletrônica, Engenharia Elétrica, Tecnologia da Informação ou similares;- Inglês intermediário;- Certificação Genesys (pelo menos 1).- Conhecimentos técnicos:- Sólidos conhecimento no desenvolvimento de aplicações de URA Genesys(GVP);- Tecnologias de Contact Center e soluções de Telecomunicações;- Metodologias de desenvolvimento Ágil.

Benefícios

Vale-transporte Vale-refeição (R$ 726/mês) *Assistência Médica (Bradesco) e Odontológica (SulAmerica) Seguro de Vida *Gympass

Outras Informações

* Adesão opcional.
✅ Clica no link a seguir e participe da seleção! Ou compartilhe esta vaga com a sua rede 😉
https://trampos.co/oportunidades/162687
submitted by Pricapela to Vagas [link] [comments]


2020.11.20 15:00 lisashow Eu só queria fugir da minha mente

Olá, eu nunca pensei que estaria aqui digitando por sempre considerar uma fraqueza dizer o que sente, mas essa semana eu me vi perdida no infinito da minha cabeça e tudo parecia muito pequeno pra mim. Eu sempre estive sozinha desde a infância até agora e não julgo meus pais porque eles tinham que sustentar a mim e meus irmãos, mas talvez isso tenha tido um custo pra mim ou talvez eu seja fraca demais pro mundo real, enfim, eu me "acostumei" a estar só e achava até natural, mas quando eu fiz 14 anos (hoje tenho 17) eu meio que comecei a analisar cada aspecto da minha vida e como ela não fazia sentido. Fui me afundando mais e mais a cada ano e cheguei ao ponto de fazer coisas que pareciam inimagináveis pra suprir a dor de existir. Esse ano eu quis fazer diferente e criei forças pra mudar, me assumi trans, comecei a interagir mais com todos ao meu redor e até pensei em gostar de alguém (não deu certo), mas tudo isso parecia funcionar até o mês de setembro que foi quando eu voltei a pensar nas coisas do passado e como as pessoas que estavam ao meu lado não eram minhas amigas. Cada pensamento vem trazendo uma onda e eu vou me afogando nas minhas próprias ideias, essa semana eu só me desliguei tudo e não me sinto bem ao fazer isso, mas minha mente se comporta como se eu estivesse segura...
Eu não sei o que fazer comigo, eu tentei melhorar, comecei a ouvir as pessoas, entender vivências exteriores, mas tudo ia se ruindo como se nada fosse realmente real e tudo que eu tocar vai se destruindo com o tempo. Eu só queria ser a melhor de mim.
submitted by lisashow to desabafos [link] [comments]


2020.11.19 17:53 janos-leite Implicações éticas das novas tecnologias da informação

As tecnologias da informação produzem diversas mudanças na vida social. Por exemplo, novas formas de interação social entre indivíduos distantes fisicamente, porém conectados pela internet. Esses efeitos podem parecer inofensivos, mas eles podem se tornar um assunto bastante controverso. A tecnologia não apenas expande o alcance da ação humana, ela pode alterar permanentemente o modo como as pessoas se relacionam e também o que elas esperam de uma interação social. A leitura que se faz da pessoa com quem se está interagindo, por exemplo, é diferente quando não se pode avaliar suas reações emocionais e componentes não-verbais da comunicação.
Com o avanço da análise de dados, é provável que os aplicativos consigam ler sinais gestuais ou analisar sentenças e tom de voz de uma pessoa, usando câmera e microfone, para compreender o comportamento de usuários melhor do que eles mesmos compreendem. Quais seriam as implicações éticas desse tipo de tecnologia?
Algumas técnicas de avaliação psicológica deveriam ser usadas apenas com consentimento, por uma pessoa qualificada e somente num contexto terapêutico. Usar certas técnicas de psicologia fora dessas condições é eticamente questionável, pois as consequências podem ser desastrosas. Infelizmente tais técnicas são rotineiramente usadas por praticantes de coaching, e podem ser aplicadas para novas tecnologias de interação também.
Em 1936, Dale Carnegie lançou um livro chamado Como fazer amigos e influenciar pessoas, que se tornou um dos mais vendidos e mais influentes de todos os tempos, sendo o grande responsável pelo estabelecimento do gênero conhecido como “auto-ajuda”. No livro, Carnegie enumera uma série de dicas para ser melhor sucedido nas interações. Mais recentemente, o livro recebeu uma atualização para o contexto da era digital, mostrando que ele permanece relevante nas interações via internet.
Essas técnicas podem realmente ajudar a lidar com pessoas, mas também podem dar ferramentas perigosas nas mãos de pessoas com traços sociopatas. Num artigo de 2013, Diane Brady lembra que Jeff Guinn, autor de um livro sobre Charles Manson, afirmou que “foi o treinamento de Carnegie que auxiliou a transformação de Manson de ‘um cafetão de baixo nível’ para um ‘sociopata assustadoramente eficaz’, que criou um culto de assassinos no final dos anos 1960”. Quando tais técnicas estão facilmente disponíveis para serem usadas por qualquer pessoas e para qualquer fim, problemas irão surgir.
A normalização de certas tecnologias sociais antes que compreendamos seu efeito na subjetividade também pode ser um problema. Isso já está acontecendo nas redes sociais, quando as técnicas para “ganhar mais seguidores” alteram a lógica das interações cotidianas. Fica pior ainda quando as novas gerações já tem sua socialização primária mediada por estas disposições.
Outro problema diz respeito à nossa relação com inteligências artificiais. O problema de convivermos com simulações pode ser observado no efeito de “dating sims” (simuladores de encontros) na sociabilidade. Estes softwares oferecem interações simuladas para pessoas que podem nunca ter experimentado interações daquele tipo na vida real, o que pode moldar suas disposições afetivas na vida real.
No artigo Should Children Form Emotional Bonds With Robots? (Crianças deveriam formar laços afetivos com robôs?), Alexis Madrigal cita Sherry Turkle para criticar essa mediação tecnológica logo na infância, afirmando que crianças precisam de conexões com pessoas reais para amadurecer emocionalmente. “Empatia simulada não é suficiente. Se os relacionamentos com brinquedos inteligentes nos afastam daqueles com amigos ou familiares, mesmo parcialmente, poderemos ver crianças crescendo sem as condições necessárias para uma conexão empática. Você não pode aprender isso com uma máquina”.
Mas será que nossa sociedade providencia um ambiente onde as relações com pessoas reais podem acontecer sem serem mediadas por tecnologias? Será que as condições para o amadurecimento emocional estão igualmente disponíveis para todas as pessoas? Será que adultos são emocionalmente maduros o suficiente para lidar com as novas tecnologias da informação?
Existe um risco de se perder referências sociais e emocionais, na medida em que a distinção entre uma reação humana real e uma simulada se dissipa. As relações emocionais maduras são resultado de uma construção social. Quando se interage com um robô dizendo “é só um robô, posso fazer o que quiser”, uma parte da empatia para com pessoas reais pode ser comprometida. Um fenômeno semelhante ocorre com a banalização da violência, quando se diz “é só um filme”. O efeito dessa perda de empatia afeta principalmente certo arranjo de gênero, classe e etnia, o que significa que essa perda de empatia se reflete principalmente numa intolerância racista, sexista e elitista.
No artigo Not every kid-bond matures (Nem todo vínculo infantil amadurece), Gabriel Winant, resenhando o livro Kids These Days: Human Capital and the Making of Millennials (Crianças nos dias de hoje: capital humano e a geração dos millennials), de Malcolm Harris, argumenta:
“A crise generalizada do capitalismo (…) impôs uma enorme pressão competitiva aos jovens para produzir ‘capital humano’. Esse conceito, essencial no pensamento econômico neoliberal, quantifica o conjunto de qualidades humanas economicamente valiosas, educação, habilidades, disciplina, acumuladas ao longo de uma vida. Está no subtítulo do livro porque é a chave do argumento de Harris. A mão oculta que molda millennials, produzindo nossos atributos estereotipados aparentemente diversos e até contraditórios, é o imperativo de intensificação, tanto exterior como também profundamente internalizado, da maximização do nosso próprio valor econômico potencial. (…) O capitalismo está comendo nossos jovens. É só nos alimenta com abacates para nos engordar primeiro.”
É possível deduzir uma relação entre a mediação tecnológica da interação e o conceito de capital humano? Isso exigiria mais pesquisa, porém permita-me adicionar mais um ingrediente nesta sopa e problematizar um pouco mais.
Num artigo de 2018, chamado How the Self-Driving Dream Might Become a Nightmare (Como o sonho da auto-direção pode se tornar um pesadelo), David Alpert pergunta: “O que acontecerá se aceitarmos que um certo número de mortes de pedestres é uma parte inevitável da adoção de veículos autônomos?”. Este problema ético não é tão simples quanto parece. Não basta, por exemplo, dizer que os pilotos automáticos são mais seguros que os motoristas humanos, porque há outros fatores nessa questão. Por exemplo: quem será responsabilizado por esses acidentes? A reflexão foi estimulada pela notícia da primeira morte num acidente com veículo auto-dirigido. A conclusão do autor é que, provavelmente, os próprios pedestres podem ser responsabilizados.
Alpert oferece o seguinte experimento mental: imagine que duas empresas concorrentes ofereçam o mesmo serviço de transporte com veículos autônomos. Uma delas tem um algoritmo um pouco mais cuidadoso para evitar acidentes, e a outra tem um algoritmo mais “ousado”, que resulta em tempos de viagens significativamente menores. Uma pessoa atrasada para uma reunião importante escolhe o serviço que oferece mais rapidez, e no caminho uma pessoa é atropelada. Qual a responsabilidade da pessoa que, sinceramente, só queria chegar mais rápido ao seu compromisso?
A tendência das empresas é dizer que há “pessoas demais na rua”, e as mortes de pessoas podem acabar sendo justificadas em nome da velocidade, do mesmo modo como já são quando se escolhe locomover-se de carro e não com transporte público.
As reflexões éticas em relação a veículos autônomos podem ser aplicadas a outras tecnologias. De quem seria a responsabilidade pela insensibilização e perda da referência emocional com o uso de tecnologias sociais, por exemplo?
Em What Do We Know About Autonomous Vehicles?, Carl Anderson defende que veículos autônomos terão muito impacto em nossas vidas, mas essa tecnologia “está chegando”, não há nada que possamos fazer para impedi-la de ser desenvolvida, e nossas reflexões éticas deveriam se restringir a pensar em como conviver com ela. Essa posição me parece irrazoável, determinista e eticamente injustificável.
A afirmação de que certa tecnologia “já está aqui” e não pode ser resistida implica num posicionamento ético que dá um valor intrínseco ao desenvolvimento tecnológico. É uma atitude determinista afirmar que algo será feito independente das nossas considerações éticas. É também um tipo de otimismo injustificado, que pressupõe que nenhum problema ainda desconhecido se colocará no caminho desse desenvolvimento, como de fato ocorreu em diversos momentos da história, em que se construiu uma imagem de futuro que na verdade não se realizou.
Anderson reduz as questões éticas relacionadas à essa tecnologia dizendo: “As pessoas morrerão à medida que desenvolvemos as capacidades de veículos autônomos – assim como as pessoas morreram durante o desenvolvimento de aeronaves, viagens espaciais ou submarinas. As grandes inovações sempre têm um custo humano, mas a tecnologia sem motorista deve resultar em uma redução significativa das mortes anuais de automóveis”.
O que acontece quando assumimos a validade dessa justificação? Pessoas irão morrer, mas essas mortes são apenas o “custo humano” de todas as tecnologias. Cientistas tem o direito de sacrificar vidas em nome do progresso científico? Se há uma linha que separa a ética da ciência da realidade do avanço científico, como traçá-la?
Anderson diz que:
“Inevitavelmente, os veículos se deparam com o “problema do bonde”, um dilema ético em que o veículo precisa decidir entre duas ou mais ações, cada uma com algum custo – por exemplo, o que é pior: desviar para a esquerda e matar quatro avós ou desviar à direita e matar uma mãe e seu bebê? Alguém tem que programar esses comportamentos ou desenvolver uma IA que aprenda a tomar essa decisão. Não temos certeza de quem tomará essas decisões éticas e quem as regulamentará.”
O problema é que, assumir que tal programação seria eticamente válida é um equívoco. Como Brianna Rennix e Nathan J. Robinson argumentam em The Trolley Problem Will Tell You Nothing Useful About Morality (O problema do bonde não lhe dirá nada útil sobre a moralidade), reduzir a ética a esse experimento mental não apenas é equivocado em termos filosóficos, como pode ser prejudicial à saúde mental, reduzindo nossa capacidade empática.
Outra afirmação de Carl Anderson: “Assim como os smartphones dissolvem a separação entre vida profissional e doméstica, os veículos autônomos também dissolvem a separação entre vida doméstica, de transporte e de escritório”. Em outras palavras, as pessoas poderão trabalhar enquanto comutam. E como exatamente este autor pensa que isso seria bom para a sociedade?
O mesmo tipo de problema ético vem à tona quando se considera o estudo dos algoritmos e técnicas de mineração de dados para maximização da influência em redes sociais. O que acontece quando descobrimos as técnicas mais eficazes de “incentivar pessoas a adotar uma linha de pensamento”? Na prática isso significa manipulação. A ideia de que precisamos “manipular ou ser manipulados” pode estar se popularizando na internet, com efeitos desastrosos para a ética.
Eu não vou tentar solucionar este problema aqui. Mas as implicações éticas complexas das novas tecnologias são um dos motivos que devem nos levar a questionar a lógica inerente ao progresso tecnológico de modo ainda mais fundamental do que temos feito até agora. A radicalização das críticas à modernidade pode transformar a filosofia num incômodo para entusiastas do progresso científico, mas pode também evitar a perda de aspectos fundamentais da nossa humanidade.
submitted by janos-leite to Filosofia [link] [comments]


2020.11.19 14:30 nuncamaismais Pessoal que murou nas duas grandes cidades Portuguesas (Porto e Lisboa). Qual das duas gostaram mais de morar?

Onde há mais qualidade de vida Porto ou Lisboa?
Quais sao as vanatgens de morar em Lisboa ou no Porto?
Quais sao as pessoas mais friendly portuenses ou Lisboetas?
Custo de vida e qualidade de vida onde é melhor?
submitted by nuncamaismais to portugal [link] [comments]


2020.11.18 19:25 Stardusttttttt Me sentindo apática

No começo do ano eu estava tão animada por finalmente morar sozinha, ser independente e todas essas coisas que planejamos quando terminamos a faculdade. Felizmente moro numa região que não muito afetada pelo covid e consegui um emprego que proporciona moradia livre de custos de aluguel, água e luz. Ganho relativamente bem para recém-formada e não tenho dívidas com fies e nem nada do tipo. Aproveitando que a casa eh grande, adotei dois gatinhos.
E assim vivo minha vida desde março. Uma vida dos sonhos para muitos aqui, eu reconheço meus privilégios que são muitos.
Mas desde semana passada eu sinto que falta algo pra mim. Será que a vida é comer, dormir, trabalhar e pagar contas?
Já tive crises depressivas antes e temo estar à beira de uma crise novamente. Preciso desabafar pois nem todo mundo entende minha situação. Obrigada a quem ler.
submitted by Stardusttttttt to desabafos [link] [comments]


2020.11.17 23:04 NegoLeleu O valor da reserva de emergência vai além de ter cobrir em momentos inesperados

O ponto 0 do investidor com foco no longo prazo deveria ser formar sua reserva de emergência.
E a explicação que mais ouvimos por trás da motivação de formar uma RE é justamente se prevenir pra momentos em que surgirem situações que você terá um dispêndio financeiro maior do que o habitual ou até mesmo numa situação mais preocupante onde você perde seu emprego e terá um valor X para te segurar por X meses até tentar encontrar uma nova ocupação.
Existe outro ponto que acho fundamental na constituição de uma RE e que se refere a maior tranquilidade em realizar investimentos em renda variável para quem é iniciante.
Quando você começa a investir na renda variável será normal você se questionar quanto pode perder investindo em empresa X ou Y. Saber dos riscos de cada empresa/setor é fundamental e a RE te dá uma maior tranquilidade na hora de olhar pra empresa e dizer "ok, eu entendi os riscos e mesmo assim estou disposto a investir nesta empresa". Essa paz de espírito vem em grande parte por saber que você tem a RE por trás de você.
Saber que você esta "coberto" caso tudo dê errado é uma sensação muito boa.
É claro que é muito difícil tudo dar errado se você estiver diversificado em bons ativos, mas é algo que passa pela cabeça do investidor iniciante.
Falando em investimentos BR, você deve se perguntar: "estou preparando pra bolsa andar de lado pelo próximos 4-5 anos?". A resposta dessa pergunta é bem mais tranquila sabendo que você tem uma RE.
Saber também que se seu PC quebrar, laptop ou algum instrumento de trabalho que você consegue comprar um a vista com certa tranquilidade após ter constituído a reserva de emergência também te dá uma paz de espírito enorme.
Talvez esta mensagem não dialogue com todos daqui que ganham um excelente salário. No meu caso, ganho cerca de 3.500, com custos de vida crescentes nos últimos meses e queria passar essa visão da RE para iniciantes que não tem um salário muito acima da média brasileira.
Escrevi também com a intenção de motivar quem está começando a investir na RE agora e fica preocupado pensando "poxa, já poderia estar investindo em RF ou RV".
Calma, sua hora vai chegar. Um grão de cada vez.
E quando você estiver investindo em RV vai ver o valor muito maior da RE de apenas um montante para te cobrir em momentos de gastos inesperados.
submitted by NegoLeleu to investimentos [link] [comments]


2020.11.17 21:53 testickles12 Entrar na universidade com média baixa ?

Boas.
Tirei curso profissional e terminei com média um pouco baixa (13). Não fiz exames nacionais porque na altura não tinha cabeça para prosseguir estudos.
Entretanto, as circunstancias da vida mudaram. 2 anos depois queria tentar concorrer para a universidade. No entanto, com esta média baixa, tenho poucas ou nenhumas opções. Sei que ainda tenho de fazer os exames, o problema é que já não toco em livros desde que acabei o curso e nem sei por onde começar. E supostamente teria de tirar notas ridiculamente altas nos exames, correto ? Porque com média de 13 duvido que entre em algum curso de jeito.
Que opções acham que eu tenho ? O problema é que eu sou da zona de Braga e não tenho muitas opções aqui nesta zona (UM ou IPCA). Estaria disposto a ir para uma universidade privada desde que seja nesta zona. Ir para longe (tipo porto ou lisboa) está fora de questão uma vez que teria custos muito elevados, acaba por ficar mais barato ir para uma privada do que ir pagar 500€ por um quarto em Lisboa, se bem que em Braga a única universidade privada que há é a católica e nenhum dos cursos me interessam.
Agradeço qualquer ajuda.
submitted by testickles12 to portugal [link] [comments]